Sobre as cartas de pedidos de presentes a papai Noel, eu não adoto. Você tem o direito de discordar do meu raciocínio, como eu discordo dos que adotam cartas, e permanecem no anonimato à luta do riso extenso.
O que é mais importante? O riso da criança ou o sentir de dever cumprido do coração doador? Muitos alegam que o sorriso da criança é o que importa. Mas passado o Natal, na ressaca dos mais 365 dias do ano que se inicia, no semáforo da esquina de pivetes famintos, fecham os vidros do carro para se isolarem do mundo, até o próximo Natal. É, talvez seja uma forma encntrada de autoabsolvição.
Infelizmente, ou felizmente, tudo depende da janela. Não alimento o Sistema com a falsa armadilha do riso da criança, pois são tantos os risos de sedução ao longo dos contínuos 365 dias.
A saída é se fixar em Jesus Cristo, que liberta do endividamento parcelado no supérfluo da existência, surgido lá atrás, representando por reis e caixas brilhantes amontoadas no lombo de burros, alimentando a cultura consumista que assassinou a essência do Natal.
As mensagens de compaixão e de fraternidade de Jesus Cristo ficaram esquecidas nas embalagens de presentes que se destacam mais do que o presente que chamamos carinhosamente de Mãe Terra, que, a cada Natal, absorve as toneladas de lixo produzidas na cultura do ter em detrimento do Ser.
Moldemos o presente para salvar o futuro! O natal das caixas coloridas seduz e destrói; ao longo do ano vindouro elas novamente surgirão, subindo ao palco das ilusões com outras faces.
Logo após o Natal vem o carnaval, que antes de se tornar adolescente, já quer ovo da Páscoa, com o riso da mãe em maio, e antes do beijo do pai em agosto, receberá o beijo da namorada ou do namorado.
Muitos talvez já esqueceram, mas as cenas de desertificação noticiadas dia desses, dando conta que o maior arquipélago fluvial do mundo, a Ilha do Marajó, está desaparecendo, retrata bem a cultura do ter, adotada ao longo das mais variadas formas de sedução do capital.
Temos que buscar o antídoto milagroso para manter esse belo recanto Divino flutuando em algum canto desse encanto de Via Láctea.
O comunismo dividiu a Alemanha, que queria ser dona do mundo que o capitalismo está destruindo.
O “temporário” sorriso das crianças é só mais uma armadilha. O melhor sorriso que podemos proporcionar a elas é o de defesa da cidadania plena, sem esmolas do Sistema.
O que é mais importante? O riso da criança ou o sentir de dever cumprido do coração doador? Muitos alegam que o sorriso da criança é o que importa. Mas passado o Natal, na ressaca dos mais 365 dias do ano que se inicia, no semáforo da esquina de pivetes famintos, fecham os vidros do carro para se isolarem do mundo, até o próximo Natal. É, talvez seja uma forma encntrada de autoabsolvição.
Infelizmente, ou felizmente, tudo depende da janela. Não alimento o Sistema com a falsa armadilha do riso da criança, pois são tantos os risos de sedução ao longo dos contínuos 365 dias.
A saída é se fixar em Jesus Cristo, que liberta do endividamento parcelado no supérfluo da existência, surgido lá atrás, representando por reis e caixas brilhantes amontoadas no lombo de burros, alimentando a cultura consumista que assassinou a essência do Natal.
As mensagens de compaixão e de fraternidade de Jesus Cristo ficaram esquecidas nas embalagens de presentes que se destacam mais do que o presente que chamamos carinhosamente de Mãe Terra, que, a cada Natal, absorve as toneladas de lixo produzidas na cultura do ter em detrimento do Ser.
Moldemos o presente para salvar o futuro! O natal das caixas coloridas seduz e destrói; ao longo do ano vindouro elas novamente surgirão, subindo ao palco das ilusões com outras faces.
Logo após o Natal vem o carnaval, que antes de se tornar adolescente, já quer ovo da Páscoa, com o riso da mãe em maio, e antes do beijo do pai em agosto, receberá o beijo da namorada ou do namorado.
Muitos talvez já esqueceram, mas as cenas de desertificação noticiadas dia desses, dando conta que o maior arquipélago fluvial do mundo, a Ilha do Marajó, está desaparecendo, retrata bem a cultura do ter, adotada ao longo das mais variadas formas de sedução do capital.
Temos que buscar o antídoto milagroso para manter esse belo recanto Divino flutuando em algum canto desse encanto de Via Láctea.
O comunismo dividiu a Alemanha, que queria ser dona do mundo que o capitalismo está destruindo.
O “temporário” sorriso das crianças é só mais uma armadilha. O melhor sorriso que podemos proporcionar a elas é o de defesa da cidadania plena, sem esmolas do Sistema.